Workspaces
Buscar na Receita lê o CNPJ de cada linha — serve o link da casa dos dados, que traz o número no fim do endereço — e reescreve a linha com razão social, nome fantasia, CEP, município e logradouro já preenchidos. Ele não grava nada: quem grava é o Distribuir, depois de você conferir. Para uma conta só, é mais curto usar o buscar da própria linha, ali embaixo.
Colunas na ordem CNPJ · razão social · nome fantasia · CEP · município · logradouro — é a ordem em que o Excel copia. Coluna que faltar na linha não mexe naquele campo, então colar só o CNPJ é normal. O que não couber volta para o campo acima. O site não está aqui: ele é escolhido uma conta por vez, junto da oferta, e o lugar dele é o cadastro da conta.
O onde decide em qual conta cada linha cai. Nas contas vazias (padrão) enche as que ainda não têm empresa nenhuma, na ordem — é o que se quer preparando uma conta por vez, e nunca sobrescreve nada. Linha por linha faz a Nª linha colada cair na Nª conta da lista abaixo, mesmo que ela já tenha dado: é o modo para uma planilha montada contra o workspace inteiro, onde a linha 4 do arquivo é a conta #04 e um pulo poria o CNPJ de uma empresa na conta de outra. Substituindo é o mesmo, por cima do que estiver lá.
| CNPJ | Razão social | Nome fantasia | Município | Status | Vinculada a | Dono |
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Mesma regra do proxy e do cartão: 1 empresa por conta, exclusiva. Empresa já usada não volta ao cadastro, e conta banida queima a empresa junto. Para encher: Importar em massa aceita uma linha por empresa — o link da casa dos dados, o CNPJ solto, ou as colunas prontas. Para usar: aba Sites, botão Preencher do cadastro na faixa do workspace. Cada um puxa o que cadastrou: o preencher traz só as suas, e as do sócio entram quando ele acabar — perguntando, e sem transferir nada. Empresa sem dono é de todos. O Atribuir a mim passa uma para você de vez; quem a importou continua com o crédito no placar da Competição. Empresa cuja conta foi excluída fica em vermelho no vínculo, dizendo de onde ela veio, e aceita Devolver ao pool ou Excluir — mesma regra do proxy.
| IP : Porta | Tipo | Provedor | Local | Status | Vinculado a | Expira |
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Regra ativa: 1 proxy por conta, exclusivo. Proxy que já foi vinculado não reaparece na lista de alocação — nem depois de queimado. A exceção é quando a conta dele foi excluída: aí o vínculo fica em vermelho dizendo de qual workspace e de qual conta ele veio, e a linha ganha Devolver ao pool e Excluir. Use só quando a conta foi apagada antes de ele rodar de verdade — se ele já rodou numa conta banida, deixe queimado. Proxy que é o login de um workspace tem dono vivo e por isso não mostra os dois: Soltar do workspace desfaz esse vínculo primeiro (o workspace fica sem proxy) e a linha passa a aceitar os dois.
Lixeira é o meio-termo entre livre e queimado: o proxy sai de circulação — nenhuma alocação volta a oferecê-lo — e fica lá até você decidir: Devolver ao pool, Queimar ou Excluir, na própria linha. O botão Lixeira daqui tira o proxy de cena; o botão trocar, na linha da conta (aba Workspaces) e no login do workspace, faz o mesmo já pondo outro livre no lugar, num clique.
| Cartão | Bandeira | Banco | Validade | Status | Vinculado a | Titular | Quem cadastrou |
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Mesma regra do proxy: 1 cartão por conta, exclusivo. Cartão já vinculado não reaparece na alocação, e conta banida queima o cartão junto com o proxy. Cada um puxa o que cadastrou: a alocação da conta traz só os seus cartões, e os dos outros entram por um botão dentro do modal. Cartão sem dono é de todos — o Assumir marca um como seu. O número completo nunca aparece na tela — sai só pelo botão de copiar e pelo Kit, e fica cifrado no disco pelo cofre. Cartão cuja conta foi excluída fica em vermelho no vínculo, dizendo de onde ele veio, e aceita Devolver ao pool ou Excluir — mesma regra do proxy.
| Produto | Nicho | Link da oferta | Comissão | Status | Contas |
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Produto não é pool: ao contrário do proxy e do cartão, a mesma oferta pode rodar em quantas contas você quiser — é o objetivo, não um acidente. Para tirar um produto da lista de escolha sem apagar o cadastro, pause; excluir só vale enquanto nenhuma conta usa, senão essas contas perderiam a resposta de o que estava no ar aqui.
As contas se organizam sozinhas em três faixas, e quem decide é o carimbo subiu o tráfego. Em A subir ficam as contas de pé que ainda não foram para o ar: escolha o produto na própria linha e, depois de subir de verdade no Google Ads, clique em Subi o tráfego — a linha passa para No ar na hora. O painel não sobe nada: ele registra que você subiu.
Em No ar, o botão Pagamos o bônus grava o par padrão (definido em Backup & config) e marca como pago num clique — conta que já tem bônus definido nunca é sobrescrita. Os campos rodado, receita e vendas gravam ao sair do campo, e o ROI ao lado é calculado deles: não existe botão de "deu ROI", porque guardar o desfecho ao lado das parcelas é a forma mais curta de os dois discordarem depois de uma edição. Os mesmos três números alimentam o placar da aba Competição.
Encerradas reúne as contas banidas e aposentadas. Elas perdem os botões de fluxo — não há mais o que subir ali — mas continuam com os campos de dinheiro abertos: conta banida é justamente quando se sabe o número final, e ela continua contando no placar, porque é o custo de farmar.
Gerar lote de emails
Não existe etapa de cadastro nesse domínio: o endereço gerado já é uma caixa ativa. Abrir as caixas abre a fila inteira em abas, uma por endereço — na primeira vez o navegador vai pedir para liberar pop-ups. Cada + Nova conta consome automaticamente o primeiro endereço da fila.
Fila
0A caixa é pública e sem senha. Quem souber o endereço lê o conteúdo, inclusive código de recuperação do Google — e as mensagens somem sozinhas em poucas horas. Para conta que você pretende manter, prefira um email que só você acesse.
Abrir usa o navegador padrão — que não é o perfil do ADSPower nem sai
pelo proxy da conta. Para mexer numa conta farmada, use copiar e cole o endereço
dentro do perfil. O link do 2FA fica guardado sem o token de sessão do Google
(rapt, gar): ele expira em horas e é do perfil de quem copiou.
Cruzamento entre o desfecho da conta e o proxy que ela usou. Serve para decidir de qual lote comprar de novo — e de qual não comprar mais.
Quem farmou quanto, quantas dessas contas deram ROI e o que está vendendo. Os números vêm do que cada conta tem preenchido em valor rodado, receita e vendas — o placar é tão bom quanto o preenchimento.
Esta lista é o procedimento, e vale para todas as contas — o que cada conta já fez fica guardado nela. Marcar é na janela do checklist, que encaixa numa lateral da tela ao lado da janela do modo ativo (o ☑ no cabeçalho dela abre e fecha esta). Desativar um passo o tira da janelinha sem apagar o que já foi marcado.
O que você anotar aqui aparece no painel do seu sócio no próximo sincronismo. Estas anotações não contam pontos na Competição — aquele placar é do trabalho de farm, e anotar bug não é farmar.
A foto e o nome ficam guardados pelo seu email de login e viajam dentro do blob cifrado da nuvem — os outros membros da equipe passam a ver sua cara no placar. O que assina cada registro continua sendo o email; nome e foto são só como isso aparece na tela.
Backup
Backup local automático
É a camada que as outras não cobrem. Os snapshots moram no mesmo lugar que os dados e vão embora com eles; a nuvem é espelho, não histórico — apagar aqui apaga lá no salvamento seguinte. Estes arquivos ficam fora dos dois, saem sozinhos e são exports completos: cada um abre em qualquer máquina com a senha mestra daquele dia. Continue levando um Exportar JSON para fora do computador de tempos em tempos — esta pasta ainda mora nesta máquina.
Snapshots locais
Cópia interna dos últimos 5 estados, tirada sozinha uma vez por dia e antes de toda operação destrutiva (importar backup, apagar tudo). Serve para desfazer o acidente — importou o arquivo errado, apagou sem querer. Não é backup de verdade: mora no mesmo lugar que os dados, e vai embora junto com eles. Para isso existe o Exportar JSON acima.
Configuração
É só o par que o botão Pagamos o bônus da aba Gestão de tráfego grava numa conta que ainda não tem bônus definido — conta que já tem o dela nunca é sobrescrita. Deixe os dois vazios para desligar a gravação de um clique; aí o botão passa a pedir que você preencha o bônus no cadastro da conta.
{nome} = parte antes do @ · {email} = endereço inteiro.
Deixe vazio para desativar o botão de abrir caixas.
Cofre e senha mestra
Com o cofre ligado, o que fica gravado é ciphertext: quem abrir a
pasta de dados, o localStorage ou o backup cifrado não lê senha de conta,
senha de workspace, proxy nem cartão.
A senha mestra não é guardada em lugar nenhum — se você esquecer, o único caminho
de volta é a chave de recuperação, que aparece uma única vez quando o cofre é
criado. Anote num papel, fora do computador.
A senha é sua, não da equipe. Os dados são cifrados por uma chave só, compartilhada pela operação inteira — mas cada membro guarda essa chave dentro de um envelope próprio, aberto pela senha dele e pela chave de recuperação dele. Trocar a sua senha aqui não pede nada de ninguém, e não muda nada para os outros.
Nuvem
A sessão nunca é salva, e isso não é mais uma opção. Fechar o app derruba a sessão da nuvem: reabrir pede a senha mestra, depois a senha da nuvem e o código do autenticador, nessa ordem. É o que faz o segundo fator valer alguma coisa no dia a dia — com a sessão salva ele seria cobrado uma vez na vida desta máquina e nunca mais. O que fica gravado é só a escrituração (em que versão da nuvem esta máquina estava), nunca a credencial.
A nuvem é a verdade; este navegador é cache. Cada gravação sobe presa à versão que foi lida — se outra máquina tiver gravado no meio, a gravação é recusada e o painel para de enviar até você escolher com Trazer a nuvem agora (o que está aqui vai para um snapshot antes), nunca funde os dois estados. O que a outra máquina grava chega aqui sozinho, em segundos, enquanto não houver nada pendente deste lado. Sem internet o trabalho continua aqui e sobe sozinho depois; só não abra o painel em outro computador enquanto isso. O login da nuvem é outra senha, diferente da mestra: ele diz quem baixa o arquivo, e a mestra é a que abre.
Código (MFA) é a terceira camada, e protege o acesso — não o conteúdo, que já sobe cifrado. Ligado, o código é pedido só quando há login de senha (máquina nova ou sessão expirada); a renovação normal da sessão continua sozinha. Não existe código de recuperação: cadastre em dois aparelhos, ou anote o segredo fora do computador.
Zona de risco
Exporte o JSON antes. Não tem desfazer.